Merece uma dose!

Merece uma dose! é como uma mesa de bar.

Uma dose de quê?

Olá pra você que está na labuta, numa véspera de feriado, você, mãe de família que sem quê nem pra quê tropeçou e caiu por estas bandas, você que de tanto procurar sites proibidos para menores de 18 anos digitou “Merece uma doZe” em vez de “Merece uma doSe” no Santo Google. Mais uma vez, olá!

Já deu pra perceber que somos um grupo de amigos cujo intuito vai muito além de escrever sobre conversas de mesa de bar. Mas pra que nos façamos entender, vou tentar falar um pouco sobre tudo isso em poucas (jura!) linhas.

A ideia do blog surgiu há alguns meses. Sendo mais específica, em 2010. Não recordo exatamente como surgiu, mas certamente foi sem nenhuma pretensão de torná-lo real. Por alguns ou vários motivos o projeto foi adiado, mas eis aqui! Glórias sejam dadas ao Carlos Mourão, que como bom canceriano com ascendente em virgem fez o negócio sair do lugar.

Ao comentar com algumas pessoas que a ideia, enfim, vai sair da mesa de bar, uma pergunta é certa: é sobre o quê? Respondo como quem toma uma cerveja gelada numa sexta à noite, após o expediente, num só gole: não sei. Escreveremos sobre coisas. Sobre as coisas, entende?

O nome do blog já traz consigo nosso desejo, que é papear sobre o que merece (ou não) uma boa dose. Uma dose de crítica, sarcasmo, indignação. Uma dose daquela vodka supimpa guardada há semanas no fundo do bar, e que por algum bom motivo, decidiu-se entorná-la. Uma dose de discussão sobre aquele assunto já tantas vezes debatido, mas que por aqui será visto sob um outro olhar.

Como uma trapezista sem rede, vou me jogar. Falarei sobre cultura inútil, assuntos de mais alta (ir)relevância social, política, artística e filosófica. Alguns dirão “a internet tá cheia desse blá blá blá”. Pois é, agora é minha vez. Meu bem, se ainda não entendeu, é assim que se vive. Quando você não mais conseguir ir contra um mundo permeado de possibilidades miseráveis, usufrua dele. Às vezes esta é a única saída.

Se Nietzsche estiver certo quando diz que a existência é um fenômeno estético, não acha digno que tudo isso mereça ser apreciado numa roda de conversa, na companhia de amigos, música ao fundo e uma boa bebida? Pois então, se aprochegue.

Mas vou logo avisando: se você é contra bebidas, se é um católico fervoroso e dogmático, um cidadão exemplar, politicamente correto, que nunca desejou a morte de alguém (em pensamento, claro), não é uma boa ideia sua vinda por aqui.

Mas para todos os outros, vai o convite: vira comigo a primeira dose?

 

Carolina Rodrigues.

Anúncios

One comment on “Uma dose de quê?

  1. Gisele Magalhães
    06/23/2011

    Nunca fui de virar um copo na mesa de bar, Carlos Mourão que o diga… Prefiro degustar o sabor de um geladíssimo copo de cerveja. Entretanto, para comemorar a idéia do blog, viro “virtualmente” com vocês a primeira dose!!! Sucesso….
    Obs: Vou virar frequentadora. 🙂

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

Information

This entry was posted on 06/22/2011 by in Conversas ao pé do balcão.

Navegação

%d bloggers like this: